Esplendor foi a 56ª novela das 18h da Globo. Escrita por Ana Maria Moretzsohn, com colaboração de Glória Barreto, Daisy Chaves e Izabel de Oliveira, direção de Luciano Sabino, Ary Coslov e Maurício Farias, e direção geral e de núcleo de Wolf Maya. Exibida entre 31 de janeiro e 24 de junho de 2000, em 125 capítulos, sucedendo Força de um Desejo e antecedendo O Cravo e a Rosa.
Com Letícia Spiller, Floriano Peixoto, Murilo Benício, Caio Blat, Christine Fernandes, Cássia Kis, Gracindo Júnior e Joana Fomm nos papéis principais.
Enredo[]
Em 1958, a batalhadora Flávia Cristina (Letícia Spiller) vivia no Rio de Janeiro com seu irmão Bruno (Caio Blat), que ela nem imaginava ser um marginal mau-caráter. Ao tentar defendê-lo de um agiota, a moça golpeia o sujeito, que acaba desacordado. Bruno, então, mata o agiota e faz a irmã acreditar que ela o matou.
Com medo, Flávia Cristina parte para o sul do Brasil, sem perceber que sua mala carrega dólares roubados pelo irmão. Na viagem, decide ir para a fictícia cidade de Esplendor, ao conhecer Flávia Regina (Christine Fernandes). Uma moça muito parecida com ela que está indo à cidade para trabalhar de governanta na "Vivenda do Sombrio". Contudo, um acidente com o ônibus em que as duas estavam deixa Flávia Regina em coma. E Flávia Cristina é confundida com a governanta.
Com isso, Flávia Cristina é levada para o casarão dos patrões de Flávia Regina, ainda se passando por ela. Lá, ela conquista a todos, principalmente o patrão, o industrial milionário Frederico Berger (Floriano Peixoto). Um viúvo amargurado pela morte de sua esposa. Mas também desperta o interesse de Cristóvão Rocha (Murilo Benício), advogado de Frederico.
Elenco[]
| Intérprete | Personagem |
|---|---|
| Letícia Spiller | Flávia Cristina Sampaio |
| Floriano Peixoto | Frederico Berger |
| Murilo Benício | Cristóvão Rocha |
| Cássia Kis | Adelaide Berger |
| Joana Fomm | Olga Faria Norman |
| Gracindo Júnior | Hugo Norman |
| Caio Blat | Bruno Sampaio |
| Christine Fernandes | Flávia Regina Pereira |
| Caco Ciocler | Lázaro Povoa |
| Tônia Carrero | Mimi Melody |
| Ítalo Rossi | Vicente Almeida |
| Ângela Figueiredo | Elisa Berguer |
| Zezé Motta | Irene da Silva |
| Osmar Prado | Rodolfo Bernardes |
| Cláudia Alencar | Laura Bernardes |
| Thiago de Los Reyes | Guilherme "Gui" Berger |
| Max Fercondini | Frederico "Freddy" Berger Junior |
| Juliana Knust | Helena Bernardes |
| Adriana Garambone | Marisa Faria Norman |
| Marcos Palmeira | Francisco Hodges |
| Lucinha Lins | Lígia Mallet |
| Guilherme Piva | Marcelo Neves |
| Luiz Guilherme | Augusto Silveira |
| Guga Coelho | Luciano (Caçula) |
| Marcelo Saback | Mariano Rodrigues |
| Karine Carvalho | Suzy Mallet |
| Anselmo Vasconcelos | Delegado Antônio Rajão |
| Thaís Fersoza | Érica Berger |
| Henri Castelli | Dino Ferreira |
| Edward Boggis | Otávio Guerreiro |
| Ângela Rebello | Gertrudes Santos |
| Chico Tenreiro | Ivo Martins |
| Bijú Martins | Sandro da Silva |
| Daniele Guerreiro | Nina Rodrigues |
| Elísio Lage | Cássio Arantes |
| Luiz Cláudio Júnior | Pablo Bernardes |
Participações Especiais[]
| Intérprete | Personagem |
|---|---|
| Marcelo Serrado | David Martins |
| Flávio Galvão | Arnaldo Ferreira |
| Rosaly Papadopol | Mariota |
Produção[]
Tendo como títulos provisórios "Sem Saída" e "Sabor da Vingança", foi criada e produzida às pressas após Uga Uga, que sucederia Força de um Desejo, sofrer com atrasos em sua produção. Para agilizar as gravações, foi desenvolvida uma trama com poucos capítulos, personagens e cenários. E os atores enfrentaram um forte ritmo de gravações. Porém, prevista para apenas 70 capítulos, foi esticada para 125 devido a atrasos na produção de O Cravo e a Rosa.
Foram gravadas cenas em Grajaú, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e em Petrópolis, na região serrana do estado. Foram utilizadas imagens de paisagens de Cambará do Sul, na Serra Gaúcha, e do canyon de Fortaleza, que foram inseridas por efeitos especiais na frente da Vivenda do Sombrio. Para este casarão, foi utilizada a mansão do Centro Cultural Petrópolis, que foi envelhecida pela equipe de cenografia com heras falsas e plantas cobrindo paredes e escondendo esculturas do local.
A figurinista Yurika Yamasaki confeccionou roupas próprias e comprou itens de brechós. Algumas atrizes tiveram que usar apliques, como Cássia Kis que usou um de um metro de extensão para alongar seus cabelos. Floriano Peixoto usou, além de aplique, uma prótese que simulava uma cicatriz em seu rosto. A novela marcou o retorno de Tônia Carrero às novelas da Globo após doze anos.
Em 27 de janeiro de 2025, foi disponibilizado na íntegra pelo Globoplay.